Existem pessoas que respiram o assunto dos videogames boa parte de seu tempo de lazer - eu sou uma delas.
Os games também provaram que são algo muito maior do que alguns pudessem imaginar - se trata de um movimento cultural, criador de identidades e ideologias e obviamente, econômico. Muitas pessoas trabalham ou buscam viver de jogar videogame, deixando esta relação entre humano e tecnologia ainda mais intensa.
Atualmente, os gamers vivem um momento de muito ansiedade e expectativa, pois trata-se de uma chamada "troca de geração" - um momento do qual para que o jogador possa continuar acompanhando os novos jogos, precisa atualizar seu hardware com a aquisição de novos equipamentos.
No entanto, sabemos que nem todos possuem a devida condição para que tal ritual seja feito, principalmente no Brasil.
Eu como jogador de Xbox, me considero um privilegiado, pois opções de fazer este processo de forma inteligente é o que não me falta.
Não me encontro na devida condição de comprar uma nova plataforma em seu lançamento - no máximo vender a minha e trocar pelo novo modelo mais simples. Mas será que isto realmente vale a pena?
No momento possuo um Xbox One X, console que até o momento da nova geração surgir, é o mais potente do mercado. O curioso é que jamais foi de minha intenção adquirir este console quando foi anunciado: foi por puro oportunismo, afinal, eu estava satisfeito com meu modelo anterior, Xbox One FAT.
Os jogos dos quais estou focado no momento são desde de gerações anteriores (Xbox Clássico e 360) até de cinco anos atrás - pretendo jogar os mais novos quando terminar os antigos, simples assim. Se eu migrasse para a nova geração, tudo que iria ter de início seria um salto de qualidade - que provavelmente não seria de encher os olhos.
Este contexto tende a ir mudando a partir do ano que vem - e de forma garantida no ano posterior.
De momento, o que tenho em mãos parece plenamente dar conta do recado.
O intuito deste texto é justamente a reflexão de acordo com cada individualidade se fazer a troca é algo plausível, para que não sejamos vítimas de marketing ou influências.
Nossa maior referência deve ser simplesmente nossa própria vida.